O CRI Housi - Vitacon João Moura oferece remuneração de CDI + 3,25% ao ano e prazo de até 48 meses. O título tem como lastro empreendimento desenvolvido pela Vitacon, incorporadora com quase 20 anos de atuação, reconhecida por projetos urbanos com foco em liquidez, valorização e eficiência de uso em São Paulo. Com mais de 100 projetos desenvolvidos e mais de 25 mil clientes atendidos, a empresa demonstra histórico, escala e capacidade de execução. O lastro deste CRI é composto exclusivamente por recebíveis já contratados das vendas realizadas do projeto, eliminando o risco de comercialização e aumentando a previsibilidade do fluxo financeiro da operação. Conheça o Vitacon João Moura powered by Housi.

A Captable apresenta o CRI HOUSi - Vitacon João Moura, um CRI sem risco de venda, baseado todo em uma carteira de recebíveis já performada, uma oportunidade sólida com remuneração de CDI + 3,25% a.a., pagamentos mensais de juros e prazo de até 48 meses.
Trata-se de uma emissão voltada a investidores que buscam previsibilidade, segurança e retorno consistente. A garantia é composta apenas por recebíveis contratados das vendas já realizadas do projeto, totalizando uma garantia de 150% do valor da operação.
O projeto está ligado ao mais novo projeto da Vitacon em Pinheiros, o Vitacon João Moura, em uma das regiões mais valorizadas de São Paulo, berço de empresas como Nubank, Johnson & Johnson e Kraft Heinz, próximo ao Hospital das Clínicas em um projeto com mais de 270 unidades.
A Vitacon foi criada para desenvolver apartamentos inteligentes em endereços altamente demandados de São Paulo, com foco em valorização e performance do ativo. Nesta operação, o investidor pode participar da fase de incorporação por meio de um CRI, Certificado de Recebíveis Imobiliários, com rentabilidade acima do CDI e retorno isento de IRPF para pessoa física.

A emissão é direcionada a investidores que buscam previsibilidade de fluxo, lastro imobiliário e retorno consistente. A operação conta com garantia em recebíveis do projeto, equivalente a 150% do valor da emissão.
O projeto está ligado ao João Moura, desenvolvido pela Vitacon, incorporadora com 15 anos de atuação, mais de 100 projetos e mais de 25 mil clientes, reconhecida por soluções de apartamentos inteligentes em endereços estratégicos de São Paulo.

O Vitacon - João Moura nasce em Pinheiros como uma resposta direta ao novo jeito de viver e ao novo jeito de investir: apartamentos compactos, com studios e 1 dormitório, pensados para eficiência, liquidez e ocupação consistente, em uma das regiões mais valorizadas de São Paulo.
Pinheiros é onde a cidade pulsa e a vida acontece, com acesso imediato a ciclovias, metrô, cafés, restaurantes e toda a energia cultural da região. E o bairro se fortalece ainda mais com a chegada da nova unidade do Einstein Hospital Israelita, na Rua João Moura, a apenas 350 metros do Vitacon João Moura.

Um dos bairros mais valorizados de São Paulo, Pinheiros sustenta liquidez, ocupação constante e oportunidades reais para viver, investir e aproveitar. Com unidades de 20 a 31 m² e assinatura de escritórios reconhecidos (arquitetura por MCAA Arquitetos Associados, interiores por GAAZ e Espaço Novo e paisagismo por Danni Martins), o projeto combina design inteligente e endereço estratégico na Rua João Moura, 464.

A Vitacon nasceu para desenvolver apartamentos inteligentes nos endereços mais desejados de São Paulo, sustentada por uma tese objetiva: imóvel é ativo. Desde a origem, a empresa enxerga a moradia como parte de um sistema que conecta cidade, uso e investimento, criando produtos eficientes, líquidos e aderentes aos novos padrões de vida urbana. Menos metros quadrados, mais tempo e mais acesso ao que realmente importa.

A Vitacon é uma incorporadora com quase 20 anos de atuação, reconhecida por projetos urbanos com foco em liquidez, valorização e eficiência de uso em São Paulo. Com mais de 100 projetos desenvolvidos e mais de 25 mil clientes atendidos, a empresa demonstra histórico, escala e capacidade de execução.
Com a evolução do modelo, a Vitacon ampliou seu papel e passou de incorporadora para fincorporadora, integrando desenvolvimento imobiliário, estruturação financeira, serviços e leitura de ciclo em uma única estratégia. O tijolo permanece como lastro, mas o diferencial está na engenharia do ativo ao longo do tempo: como ele é concebido, operado, monetizado e valorizado, com disciplina financeira, inteligência urbana e foco consistente em geração de valor.
Sua proposta vai além do espaço físico. Representa uma nova lógica de viver e investir na cidade, com empreendimentos conectados à mobilidade, à conveniência e à experiência do morador. As áreas comuns passam a funcionar como extensão do apartamento, o uso ganha protagonismo e o ativo se torna dinâmico. É a reinvenção prática da vida urbana, combinando capital, cidade e pessoas em um mesmo modelo de valor.

A Housi foi fundada por Alexandre Frankel é hoje uma das principais referências em inovação imobiliária no Brasil. Sua visão integra produto, tecnologia e modelo de uso para desenvolver ativos imobiliários mais eficientes, líquidos e aderentes ao comportamento contemporâneo de moradia e investimento. Ao longo de sua trajetória, liderou a concepção e o desenvolvimento de centenas de empreendimentos com foco em mobilidade urbana, compact living e performance de ocupação.
A curadoria de projetos segue essa mesma lógica: selecionar ativos com tese clara de demanda, produto e operação, combinando fundamento imobiliário e inteligência de uso.

A Housi lança seu novo produto financeiro, levando ao mercado exclusivamente operações aprovadas em seu comitê de investimentos, com análises que consideram o histórico do incorporador, capacidade de pagamento, liquidez da região, desempenho de vendas, previsibilidade e qualidade do lastro, tudo isso cruzado a sua extensa base de dados.
A proposta é conectar investidores a esta operação de crédito imobiliário estruturada, baseadas em recebíveis, critérios rigorosos de produto e localização, tese de demanda validada e capacidade comprovada de execução do incorporador. Toda a estrutura do CRI é baseada em contratos de venda já firmados, com recebíveis cedidos à operação.

R$ 5.000 de investimento mínimo
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